A UFMT é a principal Universidade do Estado e da região, e assim como as demaisuniversidades públicas, foi fruto de um longo processo que excluiu milhares de jovens do acesso ao ensino superior até a década de oitenta. Na década de noventa com a implementação das políticas neoliberais de desresponsabilização do Governo Federal para com a garantia do ensino superior público, o fenômeno mais evidente foi o da proliferação indiscriminada de instituições de ensino privadas, essa proliferação ocorre em todo o Estado de Mato Grosso. As políticas, que incluíram a diminuição dos investimentos públicos nas universidades públicas, a desregulamentação do ensino pago e o aumento da presença da iniciativa privada nas instituições públicas, tiveram como conseqüência a mercantilização do ensino superior, mantendo {a maioria dos jovens excluídos da Universidade}a realidade excludente no acesso da maioria dos jovens à universidade.
Nos últimos anos novas medidas foram aprovadas pelo Governo Federal e reitoria, sendo algumas destas medidas como o REUNI que vem precarizar a UFMT e o Vestibular Unificado que foi imposto pela reitoria constituindo-se em mais um mecanismo excludente, concordamos que o método de avaliação deverá ser mudado mais essa mudança mão pode ser imposta ao contrário
precisa ser amplamente discutida entre a comunidade acadêmica e a sociedade de forma geral.
O contraponto luta para garantir uma universidade em condições de representar um projeto popular e soberano para o país, é necessário garantir o Art. 207 da Constituição Federal, que compõe um dos pilares da universidade brasileira efetivamente democrática, garantindo sua plena autonomia. Tratando de um projeto estratégico de nação de longo prazo, o papel que a universidade cumpre é fundamental para a construção de modelos ligados a realidade que o conjunto da população vivencia, sendo o espaço universitário próprio à produção de conhecimento para uma nação soberana e auto-referenciada. Apesar de quase 90% do conhecimento gerado passar pelas universidades públicas, não é possível atingir independência administrativa,financeira e didático-pedagógica enquanto estas universidades forem dependentes do suporte financeiro oriundo de instituições e fundações privadas, ou enquanto houver qualquer tipo de ingerência governamental sobre elas. A autonomia universitária é uma conquista que
precisa ser reafirmada dia a dia, sendo o alicerce fundamental para a efetivação de um projeto popular de universidade, o fim de fundações de apoio, como por exemplo no caso da UFMT o fim da UNISELVA.
O ME a UFMT também tem o desafio de combater asconseqüências negativas do REUNI e do Vestibular Unificado.
sábado, 4 de junho de 2011
quem somos?
O contraponto é um coletivo de movimento estudantil que congrega estudantes de todas as regiões do país com o propósito de construir uma nova cultura política para o movimento, mobilizando a juventude para Lutar na defesa de um movimento estudantil democrático e de lutas, estar ao lado dos movimentos sociais, defender a Universidade (pública e gratuita, democrática, popular e socialmente referenciada ), disputar a UNE para que essa entidade seja autônoma e combativa, estes foram alguns dos pontos que deram e dão sentido à existência deste campo.
Acreditamos e defendemos que o movimento estudantil insere-se na lógica dos movimentos sociais, e é portanto, um instrumento estratégico na luta por uma nova sociedade, igualitária, democrática, livre das opressões e preconceitos que fazem da nossa vida uma mercadoria.
Estamos ao lado daqueles e daquelas que não se entregam à lógica neoliberal, que faz do Brasil e do mundo desiguais e injustos, pois entendemos que nossa opção é de classe, e não simplesmente de movimento; queremos extrapolar os muros da universidade, discutir e propor um novo mundo. Para isso, a defesa de um movimento estudantil democrático, plural e combativo se faz necessária.
Não tem novidade: nossos sonhos são mesmo os mais velhos da humanidade. Queremos uma vida melhor! Podemos, aliás, devemos resistir e trilhar os caminhos da beleza, da esperança e do ideal. Ousar não se entregar, seguir fazendo o Contraponto necessário à esta sociedade de explorad@s e de explorador@s.
No estado do Mato Grosso o coletivo está atuando dentro da UFMT nos campus Cuiabá e Rondonópolis atuando nas entidades como CAs, DCEs e na AME (associação mato-grossense de estudantes secundarista).
Acreditamos e defendemos que o movimento estudantil insere-se na lógica dos movimentos sociais, e é portanto, um instrumento estratégico na luta por uma nova sociedade, igualitária, democrática, livre das opressões e preconceitos que fazem da nossa vida uma mercadoria.
Estamos ao lado daqueles e daquelas que não se entregam à lógica neoliberal, que faz do Brasil e do mundo desiguais e injustos, pois entendemos que nossa opção é de classe, e não simplesmente de movimento; queremos extrapolar os muros da universidade, discutir e propor um novo mundo. Para isso, a defesa de um movimento estudantil democrático, plural e combativo se faz necessária.
Não tem novidade: nossos sonhos são mesmo os mais velhos da humanidade. Queremos uma vida melhor! Podemos, aliás, devemos resistir e trilhar os caminhos da beleza, da esperança e do ideal. Ousar não se entregar, seguir fazendo o Contraponto necessário à esta sociedade de explorad@s e de explorador@s.
No estado do Mato Grosso o coletivo está atuando dentro da UFMT nos campus Cuiabá e Rondonópolis atuando nas entidades como CAs, DCEs e na AME (associação mato-grossense de estudantes secundarista).
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